quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MEMORIAL DO COMUNISMO





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1968: 40 anos do AI-5

O mov. da esquerda punitiva e a revisão da Lei da Anistia

Memorial do Comunismo: O genocídio do povo da Ucrânia

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Livro retrata Che como homem sanguinário

Seminário Brasil: 1968-2008

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Memorial do Comunismo: Mentira temível

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O novo comunismo tem raízes fascistas

ALBA - Alternativa Bolivariana para as Américas

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Memorial do Comunismo: A transformação do PC Italiano

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Círculos Bolivarianos - Coordenadora Continental Bolivariana

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A crítica de Meira Penna à Teologia da Libertação

Os barbudinhos do Itamaraty e o investimentchi grêidji

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Livro Negro do Terrorismo no Brasil: acesse os arquivos

A história oficial de 1964

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Círculos Bolivarianos: ameaça à democracia

Memorial do Comunismo: Prestes e outros mitos

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O bárbaro crime contra o capelão argentino

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A 2ª tentativa de tomada do poder: A Revolução de 1964

A 1ª tentativa de tomada do poder: Intentona Comunista

Nacionalismo e esquerdismo nas Forças Armadas

Lamarca, o general de Stálin e Fidel Castro

O Arquipélago Gulag e os dissidentes soviéticos

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O treinamento de guerrilhas em Cuba

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Lamarca: a trajetória de um desertor

A verdade sobre o caso Parasar

O mito dos ossos de Che Guevara

Pequena história da subversão e da espionagem

PT e PSDB são irmãos siameses

Foro de São Paulo: a cubanização da América Latina

Esquerdismo: 140 verdades

História: Jango fala aos sargentos; é o princípio do fim

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Brizola, o último dos maragatos

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Os idos de março e os brasilianistas

A TV Lumumba e o AI-5

El cóndor pasa (e os urubus tapam o nariz)

VAR-Palmares: conheça o grupo terrorista de Dilma Rousseff

31 Mar 1964: bandidos e heróis, disciplina e hierarquia

A esquerda e o Islã de mãos dadas - Partes I e II

Memorial do Comunismo: Tentando desvendar Prestes

Mikhail Gorbachev: Uma história oculta do mal

Lembrai-vos de 35!

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A vida clandestina de Dilminha Bang Bang

A intervenção cubana em Angola

O Foro de São Paulo não é uma fantasia

Memorial 1964: A Contra-Revolução de 1964

Gramsci e a comunização do Brasil

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Neocomunismo:Conquista dos aparatos ideológicos da sociedade

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Cesari Battisti, o amiguinho dos petistas

O Orvil e as elucubrações do jornalista Lucas Figueiredo

Como agem os fascistóides da USP

O surgimento do império neocomunista

Resenha do livro O eixo do mal latino-americano

Katyn, massacre comunista e mídia amestrada

Memórias Reveladas: O que falta no Arquivo Nacional

A Verdade Sufocada: O revanchismo e as indenizações

Dilma Rousseff e suas atividades terroristas

Revolução de 1964: Muleta dos (falsos) intelectuais

Lembrar é preciso: Médice e a Contra-Revolução de 1964

Uma Teoria sobre o Socialismo e o Capitalismo

Livro Contra toda a esperança, de Armando Valladares

Lembrar é preciso: MST é obstáculo para lei antiterrorismo

Está tudo dominado: Cadê os caras-pintadas?

A revolução silenciosa


Leia os textos postados por Félix Maier no site Usina de Letras

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=FSFVIGHM


Acesse o blog da Unemfa - http://www.unemfa.blogspot.com/

Participe do panelaço no Bandeirão - dia 7 de agosto de 2011, às 08:00 h (domingo)
Local: Praça dos Três Poderes - Brasília/DF
Valorização do profissional militar das Forças Armadas brasileiras
Salário digno já!

O Facebook derrubou o Faraó

Félix Maier (*)

16/02/2011

Os recentes acontecimentos observados no Egito e outros países árabes foram descritos pela revista Istoé como as “Revoluções pela Internet”. No Egito, a queda de braço entre os manifestantes e Hosni Mubarak, desde o dia 25 de janeiro, ocasionou a renúncia do presidente no dia 11 de fevereiro, após um saldo de mais de 300 mortos.

Tudo começou na Tunísia, quando um vendedor ambulante ateou fogo ao próprio corpo, em protesto contra a truculência da polícia. As redes sociais, como o Facebook e o Twitter - além dos telefones celulares - foram os principais meios utilizados para reunir os manifestantes tunisianos e culminou na renúncia do presidente Zine El-Abidine Ben Ali, que fugiu para o exílio após surrupiar o erário. Num efeito dominó, os “anseios da rua árabe” se alastraram ao Marrocos, Mauritânia, Iêmen, Omã, Egito, Sudão, Líbia, Jordânia, Argélia e Bahrein, com reflexos até na Tailândia e no Irã. O regime comunista da China tratou de apagar a palavra “Egito” nas pesquisas do Google. Segundo a ONU, já existem 2 bilhões de internautas e 5,3 bilhões de celulares em nosso planeta.

Eu, particularmente, torço para que ocorra uma “revolução” similar em Cuba. Infelizmente, isso é praticamente impossível, já que na Ilha a Internet é precária e censurada, com serviço regular só disponível para os que lá vão fazer turismo, incluindo o sexual, como ocorre com os petistas e tipos como o ator Jack Nicholson, que ficam encantados com aquele país, que se deliciam com tragos de mojitos antes e baforadas de havana depois de fogosas montadas nas jineteras locais...

A propósito, a blogueira cubana Yoani Sánchez, em artigo no Estadão (13/2), assim escreveu: “A cena durou alguns segundos na tela, um clarão fugaz que nos gravou na retina a imagem de milhares de pessoas protestando nas ruas do Cairo. A situação era descrita pela voz empostada de um locutor cubano, que sustentava que a crise do capitalismo havia feito explodir o inconformismo no Egito e as diferenças sociais estavam afundando o governo. (...) A alusão entre nós à prolongada permanência no poder de Hosni Mubarak foi – como observa o cancioneiro popular – o mesmo que ‘falar de corda em casa de enforcado’ ”.

A revista Época afirmou que se trata de “O grito árabe pela democracia”. Entre os 22 países que compõem a Liga Árabe, apenas o Líbano tem um governo considerado democrático, embora precário – além do laboratório americano chamado Iraque, que ainda é uma incógnita. Pode até ser um grito pela democracia, embora seja uma democracia diferente da que conhecemos no Ocidente. O verdadeiro grito dessas massas é contra o desemprego, a miséria endêmica e a corrupção generalizada de governantes que vivem no luxo extremo, com contas secretas no exterior, e com o apoio de um sistema policialisco só visto em ditaduras. A gota d’água no Egito foi a intenção de Mubarak fazer seu sucessor o filho Gamal Mubarak, numa espécie de dinastia existente na Coreia do Norte e em Cuba.

O principal local das manifestações egípcias foi a Praça Tahrir, um nome bem sugestivo, pois significa “Libertação”, onde também ficam o Museu Egípcio e o temido Ministério do Interior. Entre Tahrir e a torre da TV estatal fica a embaixada do Brasil, de onde, provavelmente, tivemos as primeiras imagens vistas no Brasil, restritas a um trecho da avenida Corniche El-Nil e ao local de atracação das barcas, nas margens do Nilo.

Os protestos iniciais, de 25 de janeiro, foram convocados no Facebook, pela página Somos Tudo o Que Khaled Disse, uma referência ao jovem Khaled Said, espancado até a morte por policiais em Alexandria, em junho de 2010. Outro grupo, também nascido no Facebook, em 2008, é o Movimento Jovem 6 de Abril, com origem na cidade fabril de Mahalla.

A reação do regime foi convocar partidários, que utilizaram cavalos e camelos para fustigar os manifestantes, além de atirar pedras e destroços do alto dos prédios. Esse ataque da “camelaria ligeira” foi o último ato que tentou salvar o faraó e irá passar à história como um fato burlesco do tipo “brancaleone”.

O Egito, com cerca de 85 milhões de habitantes, é um país superpopuloso. Quase a totalidade dessa população habita os 4% de suas terras férteis – o Vale do Nilo e o Delta. O país é mais ou menos do tamanho do Pará. Imagine 85 milhões de pessoas vivendo às margens do Amazonas, dentro do Pará, incluindo a Ilha de Marajó!

O país importa 2/3 dos alimentos. Do Brasil importa, principalmente, carne bovina, frango e açúcar. Com um PIB de 180 milhões de dólares, as principais fontes de divisas fortes são obtidas pela cobrança de taxas dos navios que navegam pelo Canal de Suez, pelo turismo e pela exportação de petróleo e gás, em pequena quantidade.

O governo Hosni Mubarak era uma ditadura de fato sob uma roupagem democrática. O Egito (Misr, em árabe) é uma república presidencialista desde 1953. O Parlamento egípcio, unicameral, com 454 deputados, é chamado de Assembleia do Povo, uma denominação de origem socialista. De acordo com a Constituição de 1971, a cada 6 anos um candidato a presidente é apontado por pelo menos 1/3 dos deputados. Esse nome deve ser confirmado por pelo menos 2/3 dos parlamentares. Só um nome é apontado para ser escolhido em plebiscito pelo povo. Como o Partido Nacional Democrático, ao qual Mubarak pertencia, é o mais forte do país, este passou a ser indicado a presidente indefinidamente, desde a morte de Anwar Sadat, ocorrida em 1981. Com uma Lei de Emergência imposta ao Egito desde a morte de Sadat, Mubarak tinha amplos poderes sobre o país e as Forças Armadas, podendo dissolver o Parlamento quando quisesse. Tinha também direito de indicar 10 membros do Parlamento e nomear os dirigentes das governadorias (províncias) do Egito, compostos principalmente por militares de altas patentes. Mubarak era, de fato, um faraó, um Ramsés dos tempos modernos, como já havia escrito no livro de minha autoria, EGITO.

O Egito milenar, berço de nossa civilização junto com a Grécia, após as dinastias faraônicas foi dominado por diversos povos: persas, gregos, romanos, bizantinos, árabes, franceses, ingleses e turcos otomanos. Com a Revolução de 1952, promovida pelo Movimento dos Oficiais Livres, o Rei Farouk foi obrigado a abdicar em nome de seu filho, Fuad. Em 18 de junho de 1953, foi proclamada a República, presidida pelo general Muhammad Naguib. Em 1954, o coronel Gamal Abdel Nasser obriga Naguib a renunciar e assume o governo. Em 1956, depois da retirada das tropas britânicas do país, Nasser nacionalizou o Canal de Suez, ocasionando uma guerra contra Israel, que invadiu a Faixa de Gaza e o Sinai. Para implementar a paz, foram enviadas as Forças de Emergência das Nações Unidas (UNEF) na região, com participação de boinas azuis brasileiros, que chegaram em Port Said em 4 de fevereiro de 1957. Em 1958, o Egito, a Síria e o Iêmen formam a República Árabe Unida, que teve vida efêmera. O Egito viria a sofrer outra derrota humilhante, em 1967, na chamada Guerra dos Seis Dias, quando Israel novamente tomou a Faixa de Gaza e o Sinai, além das Colinas de Golã, na Síria. Nasser, apesar das derrotas militares, foi o maior líder do Egito moderno. Até hoje é considerado um mito naquele país.

Em 1970, assume a presidência Anwar Al-Sadat. Ao contrário de Nasser, que havia nacionalizado quase toda a produção egípcia, sob influência soviética, Sadat começa a introduzir no Egito a infitah, a abertura econômica, e começa a aproximação com o Ocidente, principalmente com os EUA. Em 1972, Sadat expulsa do país cerca de 20 mil “conselheiros” soviéticos. Vale lembrar que a represa de Assuã foi construída por Moscou.

O Egito e a Síria, com apoio dos países árabes, atacaram Israel no dia 6 de outubro de 1973, iniciando a Guerra do Ramadã, como é conhecida entre os egípcios, ou Guerra do Yom Kippur (Dia do Perdão), como é conhecida em Israel e no Ocidente. Essa guerra levantou a moral de todo o povo egípcio, devido às vitórias iniciais que quase varreram Israel do mapa. Hoje, no Egito, 6 de outubro é feriado nacional e nome de importante ponte sobre o Nilo no Cairo. Existe também a Cidade Seis de Outubro, criada em pleno deserto, ao sul do Cairo, onde existem vários complexos industriais para desafogar o Grande Cairo. As guerras contra Israel tornaram o Egito pobre e o êxodo rural aumentou espantosamente, inchando o Cairo, com protestos da população frente à carestia, gerando prisões em massa, em 1977. Desde então, as massas ficaram caladas, voltando às ruas somente neste início de ano.

Em 1979, Sadat assinou um Acordo de Paz com Israel, que redundou na devolução do Sinai, só efetivado em 1982. A Faixa de Gaza foi rejeitada pelo Egito, ficando esse pequeno território, altamente povoado e explosivo, sob administração israelense. Esse acordo, aliado à política econômica de Sadat, além de ter abrigado no país o deposto Xá do Irã, revoltou ainda mais os extremistas egípcios. Na parada militar de 6 de outubro de 1981, Sadat foi morto por um membro da Jihad Islâmica do Egito (do qual fazia parte o atual número 2 da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri), sob os gritos eufóricos: “Eu matei o faraó!” Além do Egito, só a Jordânia mantém um acordo de paz com Israel no mundo árabe.

Assume então a presidência o vice de Sadat, o marechal Hosni Mubarak, herói da Guerra do Ramadã, quando era comandante da Força Aérea. Ele procurou manter a linha político-econômica de Sadat e se tornou importante aliado dos EUA, que ainda remetem, a fundo perdido, cerca de US$ 1,5 bilhão por ano a este que é considerado o maior ativo estratégico da região. Um exemplo desse alinhamento com os americanos observou-se na Guerra do Golfo, em 1991, quando o Egito integrou as forças aliadas contra Saddam Hussein, que tinha invadido o Kuwait.

A rejeição contra Mubarak, nas últimas décadas, era maior por parte dos fundamentalistas islâmicos, como a Irmandade Muçulmana, que promoveram atentados às autoridades egípcias, aos cristãos coptas e, desde 1992, a turistas estrangeiros, como o observado no templo da rainha Hatshepsut, em Deir al Bahri, no Alto Egito, quando, em 1997, mais de 60 turistas foram metralhados pelo Grupo Islâmico. Outro ataque violento, reivindicado pel Al-Qaeda, com 88 mortos, foi contra um hotel de luxo no paradisíaco balneário de Sharm E-Sheikh, em 2006, no sul do Sinai, no Mar Vermelho, para onde Mubarak se refugiou após a renúncia. Durante seu governo, Mubarak sofreu uma dezena de atentados, incluindo um no exterior, em Adis- Abeba, em 1995. Com mão de ferro, Mubarak conseguiu neutralizar os ataques terroristas, enforcando muitos radicais islâmicos. No Egito, essa é a modalidade de pena de morte, normalmente aplicada a homicidas, traficantes de drogas e estupradores. Nessa empreitada repressiva, Mubarak teve a ajuda inestimável do chefe da temível Mukhabarat (camisa escura), o serviço secreto chefiado por Omar Suleiman, nomeado vice-presidente no início dos protestos egípcios.

Mubarak não conseguiu diminuir a pobreza no país, onde, diz-se, 50% da população vive com o equivalente a 2 dólares, nem conseguiu criar empregos para a massa humana que cresce 2 milhões a cada ano, deixando milhares de jovens sem perspectiva de melhoria de vida. A inflação e a taxa de desemprego são muito superiores aos índices oficiais, alardeados como 11% e 9%, respectivamente – uma manipulação comum em regimes autoritários. É um caldo extremamente favorável aos extremistas, como a Irmandade Muçulmana, que presta assistência social nos moldes do Hamas em Gaza, do Hezbollah no Líbano e da Al-Qaeda na Bósnia e no Afeganistão. Assim, compreende-se a apreensão do mundo democrático frente à possibilidade do Egito cair nas mãos dos clérigos sunitas, que têm por objetivo transformar o país numa teocracia regida estritamente pela Sharia, a exemplo do Irã e do Sudão. Por que não se observaram esses levantes nos ricos países do Golfo Pérsico, como o Kuwait e os Emirados? Porque lá a maioria da população tem uma vida decente e pouco se lixam para dinastias corruptas que governam há séculos.

Mubarak quase consegue realizar a proeza de um Ramsés II, que governou o Egito por ainda mais décadas. Só faltou o novo faraó morrer e ser mumificado. Porém, o povo egípcio se cansou do regime, que desde o início da República impôs 4 presidentes militares. Ocorre que os tempos são outros, não existem mais guerras contra Israel, nem ataques terroristas sendo perpetrados no país, apenas a guerra diária pela comida e por uma dignidade humana elementar.

Engana-se quem pensa que o Egito irá se tornar uma democracia. Isto não existe em nenhum país islâmico, a rigor nem mesmo no Líbano, um país que se tornou dividido e violento depois da guerra civil, onde uma milícia externa, o Hezbollah, com apoio da Síria e do Irã, tem grande representação parlamentar. Para haver democracia em um país, é necessário que haja ampla liberdade de opinião e respeito às diferenças étnicas, sociais e religiosas. O islamismo não prega o diálogo, mas o confronto. Não aceita a liberdade de culto religioso, porém tenta impor seu credo, eliminando os não-crentes. Prova disso são a emigração forçada de cerca de 25.000 judeus egípcios após a guerra de 1956 contra Israel, quando tiveram todos os bens confiscados, e os constantes ataques aos cristãos coptas, que têm suas lojas e suas igrejas incendiadas constantemente.

Provas da intolerância islâmica são os movimentos separatistas existentes na Chechênia, no Kosovo, no Sudão, na Cachemira. Os muçulmanos não se aculturam, porém sempre procuram impor sua cultura à força nos países para onde emigram. Por qualquer motivo, fazem levantes na França, onde já somam mais de 10 milhões de pessoas, com incitação à desordem promovida pelos sheiks nas mesquitas, incendiando prédios e carros, embora tenham ampla rede de amparo social naquele país, principalmente educação e saúde. Cospem no prato em que comem. Eles não irão sossegar até o dia em que consigam transformar a Europa na Eurábia, pois não têm receio de portar placas, em suas passeatas, com os dizeres “um dia, o mundo inteiro será islâmico” nos países que os acolheram, como a Grã-Bretanha, a Alemanha, a Bélgica e a França, principalmente.

Antigamente, o Catolicismo tinha um objetivo universal, de evangelizar todos os povos, muitas vezes à força. No século passado, esse objetivo foi perseguido pelo Movimento Comunista Internacional, que pretendeu socializar todos os meios de produção e escravizar todos os povos em nome do Leviatã estatal. Hoje é o Islamismo que tem esse objetivo estratégico, de criar um califado mundial, subjugando todos os povos aos preceitos de Alá. Um clérigo islamita falar em paz e cooperação com outras religiões é o mesmo que um petista falar em estado democrático de direito. É pura enganação.

John Laffin, no livro The Arab Mind, afirma: "A lei islâmica não reconhece a possibilidade de paz com descrentes e infiéis. A parte do mundo não-muçulmano é conhecida na teologia islâmica como território de guerra . A maior parte dos militantes muçulmanos acredita que a tarefa de Maomé não será bem-sucedida enquanto não-mu-çulmanos tiverem controle de qualquer parte do planeta". Ou seja, “território de guerra” é “território a ser conquistado”.

Mubarak foi um herói nacional, tinha inicialmente um grande respeito da população. Porém, aproveitou-se disso para se perpetuar no poder, como verdadeiro ditador, tornando-se onipresente, com fotos em inúmeros outdoors, com apoio da máquina de triturar carne humana chamada Mukhabarat, livrando as Forças Armadas desse trabalho sujo. Por isso, o exército do Egito tem, ainda, uma força moral bastante elevada, necessária para comandar a transição para um novo governo.

O Facebook derrubou o faraó? De certa forma sim, considerando o relevante papel dessa rede social, para reunir os manifestantes que pediam a queda do ditador. Se Mubarak, ao renunciar, não passou ou não conseguiu passar a presidência a seu substituto constitucional, o fato é que houve simplesmente mais um golpe militar e ponto. O Conselho Supremo das Forças Armadas, presidido pelo antigo ministro da Defesa, Mohamed Hussein Tantawi - o preferido de Washington -, aboliu a Constituição, dissolveu o Parlamento, prometeu realizar eleições dentro de seis meses e retirou à força os últimos manifestantes da Praça Tahrir. Não aboliu a Lei de Emergência e vai governar mediante decretos. Com isso, as Forças Armadas se tornaram ainda mais poderosas no Egito, onde o Exército controla 30% do PIB.

O que vem pela frente é uma verdadeira esfinge egípcia a ser decifrada, já que o “democrata” Nobel da Paz que caiu de paraquedas na Praça Tahrir e se apresenta como o salvador da pátria, Mohamed El-Baradei, tem o apoio da Irmandade Muçulmana.


(*) O autor é militar da reserva e ensaísta. Viveu dois anos no Cairo, de 1990 a 92, e publicou EGITO – Uma viagem ao berço de nossa civilização, Thesaurus, Brasília, 1995. Alguns capítulos do livro podem ser lidos em http://www.webartigos.com/articles/519/1/Egito-Costumes-E-Curiosidades/pagina1.html, em 4 partes.

Lula elegeu um poste. Terá o poste luz própria?

Por Félix Maier

18/11/2010

"Lula é, inegavelmente, o principal responsável pela eleição de Dilma Rousseff à presidência da República. Relegando o papel de presidente do Brasil a segundo plano e sendo, nos dois últimos anos, cabo eleitoral de Dilma 24 horas por dia, atropelando a compostura e a ética, tratorando a Justiça Eleitoral, Lula conseguiu transformar um poste na primeira presidente do Brasil.

É verdade que a oposição de mentirinha ajudou sobremaneira o projeto lulano - uma oposição que os petistas sempre pediram ao diabo. O PSDB deixou para apresentar o candidato tucano na 25ª hora, junto com um vice desconhecido. Enquanto isso, Lula viajava a todos os cantos do País, antecipando a campanha eleitoral, em palanques sem fim, levando o poste a tiracolo, apresentando-o como seu substituto. A cada multa recebida pela Justiça Eleitoral, Lula desdenhava das leis, assim como desdenha das leis qualquer marginal preso em Bangu I e, aos poucos, conseguiu que o crescimento de intenção de votos da candidata se tornasse irreversível até a vitória final.

O erro maior de José Serra, no início da campanha eleitoral na TV, foi elogiar Lula, ao invés de tentar desconstruir sua imagem. A desculpa era que "Lula é meu amigo". Assim, o povo entendeu bem o recado: por que votar em Serra e não na preferida de Lula? No Rio Grande do Sul, operou-se, nestas eleições, um bem-sucedido ato de desconstrução da governadora Yeda Crusius, levado a cabo pelo antigo ministro da Justiça, Tarso Genro, pela Polícia (Política) Federal, com apoio irrestrito da cooptada RBS, a TV local. Embora Yeda tivesse sanado as finanças públicas do Estado e não tivesse sido condenada em nenhuma instância, o ato mafioso petista de inventar corrupções sem fim no governo local elegeu Tarso Genro governador do Estado, ainda em primeiro turno, provando a máxima nazista de que uma mentira contada mil vezes se torna verdade. O "fascismo guasca" - no dizer do jornalista Diego Casagrande - voltou com força total ao Rio Grande depois do triste episódio de perseguição a jornalistas e intelectuais promovida pelo governo petista de Olívio Dutra.

Dilma Rousseff não ter vencido já no primeiro turno foi apenas um detalhe, seja pela ascensão de Marina Silva na reta final, seja pelas denúncias feitas contra Erenice Guerra, a substituta de Dilma na Casa Civil, que utilizava o poder da pasta para fazer lobby econômico para seus filhos. Estranho foi o PSDB não tentar desconstruir a biografia do poste. Em nenhum debate Serra apertou a moleira de Dilma no que diz respeito a mitos e mentiras propalados por Lula e por ela própria. Para começar, Serra não lembrou aos eleitores a verdadeira face de Dilma, não aquela falsa face da cirurgia plástica e do botox, e maquiada para as imagens da campanha, mas a face de uma mulher mentirosa.

Nenhuma palavrinha foi dita por Serra sobre o passado terrorista de Dilma na violenta VAR-Palmares, quando o objetivo da luta armada não era devolver a democracia ao Brasil - como afirma a maior mentirosa do Brasil - mas transformar nosso País numa ditadura comunista, nos moldes de Cuba.

Dilma postou no site oficial da Casa Civil que tinha os títulos de mestrado e doutorado pela Unicamp. Mentira!

Dilma afirmou que o dossiê feito contra FHCannabis (aquele que, hoje, prega a descriminalização da maconha) e dona Ruth Cardoso foi a pedido do TCU e, depois de ser desmentida por aquele órgão, disse que era apenas para alimentação de um banco de dados. Mentira! Como se sabe, o ato criminoso foi realizado logo depois das denúncias do uso abusivo de cartões corporativos feito pela cúpula petista enquistada no poder.

Dilma garantiu que nunca havia se encontrado no Palácio do Planalto com Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, a quem havia pedido para "aliviar" as investigações contra um filho de José Sarney. Mentira! Além de mentir, mandou apagar as imagens colhidas pelas câmaras de TV. Por que acreditar nesta mentirosa, que mente tanto ou mais que seu chefe, quando diz que foi torturada durante o governo dos militares?

Nada do que foi listado acima foi perguntado por Serra a Dilma, na TV, nem sobre a denúncia do banco alemão KfW contra a própria Dilma e seu homem de confiança Valter Cardeal. Nada foi perguntado por Serra sobre a quebra do sigilo fiscal feita por petistas, envolvendo nomes de caciques tucanos, além de sua própria filha, Verônica Serra. Por que Serra se calou a respeito da extensa ficha criminal do poste?
Foi ótimo ter havido o 2º turno. Isso obrigou o poste a substituir os sapatos de salto alto por simples sandálias. Acuada pela imprensa, Dilma se comprometeu com a liberdade religiosa e a liberdade de imprensa, além de manter a estabilidade econômica iniciada por Itamar Franco e mantida por FHC e Lula.

O 2º turno trouxe à tona a questão do aborto, sempre defendido pelo PT e por Dilma. O poste, em clara demonstração de oportunismo eleitoral, desdisse o que havia afirmado no passado e se comprometeu a não enviar ao Congresso legislação sobre a matança indiscriminada de inocentes. O mesmo oportunismo viu-se na Basílica de Aparecida, no dia da Padroeira do Brasil, em 12 de outubro, quando Dilma tentou mostrar o lado beata que nunca existiu. Tanto isso é verdade que o poste, ao ser questionado posteriormente sobre a fala de Bento XVI sobre o aborto, quando já estava em situação confortável nas pesquisas, com 15 pontos de dianteira sobre Serra, disse apenas que isso "é crença dele".

O poste ainda não recebeu a faixa presidencial, porém os desdobramentos políticos estão se antecipando. Durante a campanha eleitoral, o STM proibiu a "Folha de S. Paulo" de ter acesso à ficha criminal de Dilma, dos tempos de terrorismo, assim como o Arquivo Nacional se negou a fornecer dados do poste a pesquisadores, o que provocou a renúncia do historiador Carlos Fico, do Memórias Reveladas (melhor seria denominar o órgão petista, que tem também um site, de Memórias Ocultadas). Porém, passada a eleição, o Petistério Público entrou imediatamente com ação contra os "torturadores" de Dilma Rousseff, em ato de puro revanchismo, já que o STF se posicionou recentemente sobre a Lei da Anistia, de que ela vale tanto para "terroristas", quanto para "torturadores", por ter sido "ampla, total e irrestrita". Na verdade, trata-se de um ato covarde de ódio contra as Forças Armadas, especialmente contra o Exército Brasileiro.

O Exército, por sua vez, em ato de vil subserviência ao poste governamental que iniciará o governo em 1º de janeiro de 2011, modificou seu site, no dia 3 de novembro do corrente ano, retirando os links que faziam menção à Revolução Democrática de 1964. Como se fosse possível apagar a História recente do Brasil, esquecer aquele movimento cívico-militar que tirou o Brasil da balbúrdia promovida pela dupla carbonária Jango-Brizola, que interrompeu o projeto de comunização do País, desbaratou grupos terroristas e elevou o Brasil à 8ª economia do planeta em apenas uma década (antes, éramos a 46ª economia).

Os mais de 43 milhões de eleitores de José Serra não se cansam de perguntar: terá o poste luz própria ou será iluminado, nos próximos quatro anos, pela lanterna da "luluzela"? Terá o poste luz própria ou servirá apenas como ponto de urina da cachorrada composta pelos radicais do PT, que sonham em implantar no Brasil o projeto cubanochavista denominado Plano Nacional de Direitos Humanos - 3 (PNDH-3), que pretende abolir a propriedade privada, enterrar a liberdade de imprensa e impor o aborto livre no Brasil, além de promover outros atentados contra a democracia?
Um bom início de governo Dilma seria enterrar de vez esse nefasto PNDH-3. Mas, terá coragem para tanto, já que foi ela própria que pariu o monstro na Casa Civil?

Não fique triste, caro leitor: a volta da CPMF está garantida..."

O retorno de Argos, o ET de 100 olhos

Félix Maier

21/09/2010

Em 2002, Argos, a arguto ET de 100 olhos, oriundo da Constelação de mesmo nome, esteve em visita à França e ao Brasil, para conhecer os respectivos sistemas eleitorais (Cfr. http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=749&titulo=Argos,_o_ET_de_100_olhos).

Em setembro de 2010, Argos voltou ao Brasil e concedeu a seguinte entrevista exclusiva.

- Argos, o que você acha das atuais eleições?
- Em 2002, eu observei que todos os candidatos a presidente do Brasil eram de esquerda. E agora?
- São todos também de esquerda, com o detalhe de que em 2010, como em 2006, há 3 petistas: Dilma Rousseff, Marina Silva e Plínio de Arruda Sampaio. Para enfrentar o bobo da corte da vez, também esquerdista, que se chama José Serra.
- Mas Marina e Plínio são de outros partidos, não são petistas.
- Ora, Argos, uma vez petista, sempre petista. Você acha que Marina e Plínio iriam apoiar quem, se houvesse 2º turno?
- Então não haverá 2º turno?
- Com a máquina de triturar carne adversária de Lula para apoiar Dilma, e com os institutos de pesquisa manipulados, a futura presidenta já disse que nem Cristo irá impedir que ganhe.
- Presidenta?
- É como Dilma gostaria de ser chamada. Rima com sargenta e rabugenta.
- Sei que Lula tem alto índice de popularidade. Tomei conhecimento da corrupção do governo Lula, no caso do Mensalão. Por que Collor sofreu impeachment e Lula, não?
- Ora, Argos, você não está sendo arguto. Ocorre que Lula é blindado por teflon, assim como era o presidente Reagan, dos EUA. Nada cola nele. O mísero operário de 9 dedos tornou-se inimputável, assim como são inimputáveis os loucos, as crianças e os índios – além dos petistas em geral.
- E a OAB, o que disse de Lula?
- Como você sabe, Argos, a OAB, a ABI e um órgão positivista de Curitiba exigiram o impeachment de Collor, mas se calaram covardemente no caso Lula, o Chefão do Mensalão.
- Por quê?
- Esses órgãos são todos esquerdistas e corporativistas por natureza. Veja a OAB: foi a favor da Lei da Anistia, aprovada em 1979, mas tentou modificá-la recentemente, para punir apenas supostos “torturadores” dos governos militares, deixando de fora sequestradores e terroristas de esquerda. Por sorte o Supremo não entrou no esquema de caça às bruxas, insuflado pela dupla bolchevique Tarso Genro-Paulo Vannuchi.
- Há motivos para Lula ter 80% de aprovação?
- Nenhum motivo. Mas, com uma propaganda ufanista e mentirosa, atingindo corações e dementes 24 horas por dia, o resultado não poderia ser outro. A propaganda milionária do pré-sal, cujos poços não produzem ainda nenhuma gota de petróleo, faz esquecer que as estradas estão esburacadas, a Saúde na UTI, a Educação no buraco, a Segurança Pública entregue a traficantes e milícias.
- Mas como explicar isso?
- Não há explicação. No primeiro governo Lula, o Brasil só cresceu mais que o Haiti, então em plena guerra civil. O fato mais importante naquele período, como já dito acima, foi o episódio do mensalão, a compra de votos de parlamentares para tocar o governo petista. O episódio levou à queda do araponga cubano-brasileiro José Dirceu, que colocou em seu lugar a “companheira d’armas” Dilma Rousseff na Casa Civil. Como você sabe, Argos, o Brasil, em 2009, andou como caranguejo: para trás. Assim, em relação ao ano passado, os índices de 2010, assentados em uma pequena arrancada econômica baseada em financiamento farto para moradia, automóveis e outros bens de consumo, são quase iguais aos da China. A propaganda ufanista do governo soube aproveitar a situação. Enquanto isso, todos esquecem que a dívida pública quase triplicou sob o comando de Lula, está por volta de R$ 2 trilhões! Deve estourar a qualquer momento, devido aos altos juros, os maiores do mundo.
- E como Lula saiu da encrenca do mensalão e conseguiu se reeleger?
- O tempo, Argos, o tempo. O povo esquece fácil sobre a vida dos políticos. Muitas vezes, até aprova falcatruas, reelegendo corruptos notórios. Sem falar na tentativa petista de censurar a imprensa e a mídia, como a criação do Conselhão de Jornalismo. Felizmente, os jornais e as emissoras de TV caíram de pau em cima do modelo cubano-chavista e a coisa não prosperou. O então Secretário de Comunicação Gu-Shi-Ken quis até distribuir uma cartilha politicamente correta à população, em que praticamente criminalizava palavras como “veado” e “cabeça chata”.
- Mas como Lula saiu ileso?
- Por vários motivos. Primeiro, porque os ditos movimentos sociais, como o terrorista messetê, e principais organizações da sociedade civil são todos esquerdistas e muito bem organizados, de modo que já se infiltraram em todos os setores públicos. Não iriam atacar Lula, que, cinicamente, sempre repetiu que “não sabia de nada”. Além dos 40 ladrões do mensalão, faltou o Supremo incluir Ali Babaca, aquele que finge que não sabe de nada.
- E a oposição, o que fez?
- Em segundo lugar, Argos, a oposição que existe é a oposição que o PT sempre pediu ao diabo. O então presidente do pefelê, hoje Democratas, preferiu não fazer nada e deixar Lula “sangrar” politicamente até a morte.
- Você está falando do Bornhausen?
- Isso mesmo, Argos, meu conterrâneo de Santa Catarina. Um político que se apresentava como raposa velha não passou de um político provinciano que nunca entendeu a desgraça que significa o petismo. O castigo virá logo para essa falsa oposição: o Dem vai se tornar um partido nanico.
- E não houve reação da sociedade contra o mensalão?
- Houve, sim, Argos. O messetê, a UNE e a CUT, organizações-pelego de Lula, fizeram uma passeata em Brasília, em apoio a Lula e a maracutaia petista.
- Você falou em Democratas. Por que o PFL mudou de nome?
- Passado o episódio do mensalão, o povo esqueceu tudo e passou a apoiar Lula, que aumentava a sua popularidade quanto mais denúncias contra o governo apareciam. O pefelê, formado por liberais “que não ousam dizer seu nome”, mudou o nome para Democratas. No atual estágio do fascismo brasileiro, a palavra liberal virou palavrão. Tem até empresário de São Paulo se filiando a partido socialista.
- E o que o Democratas ganhou?
- O único fato de relevo que os covardes conseguiram foi a cassação do único governador eleito pela sigla, José Roberto Arruda, do Distrito Federal, que foi flagrado recebendo maços de dinheiro, como propina, perdeu o cargo e passou uns tempos no xilindró da Polícia Federal.
- O PT não deixou Arruda “sangrar” até a morte...
- Não, Argos. Com o Petistério Público trabalhando a favor da petezada, não tem erro. Os adversários políticos pegos com a munheca no dinheiro alheio são tratados como bandidos. Os amigos bandidos são chamados por Lula de “aloprados”.
- Aloprados? Como assim?
- Nas vésperas das eleições presidenciais, em 2006, a polícia flagrou bandidos petistas em um hotel com uma montanha de dinheiro, que seria para vender a uma revista um dossiê falso sobre José Serra, candidato a governador por São Paulo, e Geraldo Alckmin, candidato presidencial – o bobo da corte de então. O objetivo era “melar a eleição”. Na ocasião, Lula apelidou os companheiros bandidos de “aloprados”
- E os aloprados foram presos?
- Nem me lembro mais, Argos. Se foram presos, logo foram soltos, como acontece sempre no Brasil, a superpotência da impunidade. Até hoje a Polícia Política Federal do Comissário do Povo Tarso Genro não sabe a origem de tanto dinheiro.
- Quer dizer que uma montanha de dinheiro derrubou Roseane Sarney, em 2002, mas não conseguiu derrubar Lula em 2006?
- O máximo que ocorreu na ocasião foi Lula ir para o 2º turno, quando Alckmin conseguiu obter ainda menos votos que no 1º turno. Como eu disse, o povo esquece logo. Aliás, teve um outro fato que ajudou Lula no episódio dos aloprados: caiu um avião da Gol matando mais de 200 pessoas, e as TVs e jornais não diziam outra coisa naquela ocasião. Ah! Ia-me esquecendo. A queda da Roseana, em 2002, foi tramada por petistas.
- Você disse que existe fascismo no Brasil. Como assim?
- Ora, Argos. Quando todos os setores da sociedade estão cooptados com um partido e com o poder central, ou com uma personalidade, como Lula, quando não existe oposição efetiva, você pode chamar tal fato de fascismo. Os sindicatos foram todos cooptados, muitos de seus caciques hoje ocupam cargos relevantes e têm orçamentos bilionários. Até a Força Sindical, antiga oponente da CUT, aliou-se ao governo petista. A estudantada não pinta mais a cara, como na ocasião da derrubada de Collor, mas apoia a corrupção petralha. São os “balilas” do Mussolini de Garanhuns. O messetê não é considerado grupo terrorista, mas o braço armado do PT, e em poucas horas tem capacidade de colocar 3 milhões de baderneiros nas ruas. Hoje, muitos líderes do messetê são chefetes do INCRA e orientam os falsos sem-terra sobre quais fazendas devem ser invadidas. As crianças do messetê, desde tenra idade, são doutrinadas na revolução comunista. São os “filhos da loba” do Duce petista. Os bispos vermelhos da CNBdoB querem realizar plebiscito para limitar o tamanho das propriedades rurais. Os empresários se filiam a partidos socialistas, para obter as benesses do governo, incluindo os donos de TVs. As empreiteiras do PAC não têm reclamações a fazer, nem os banqueiros, que lucram como nunca. Se não há oposição e existe unanimidade em torno da ideologia do Grande Líder, como não falar em fascismo? É uma espécie de gay fascism, o povo todo “alegre” e satisfeito com o Duce cucaracha.
- Você falou em petralha...
- Na definição do jornalista e escritor Reinaldo Azevedo, articulista e blogueiro da revista Óia, petralha significa a junção das palavras “petista” com “Irmãos Metralha”. Ele até escreveu um livro sobre o assunto, O País dos Petralhas. Petralha é, portanto, o petista que mete a mão no dinheiro público. Mas, por dever de justiça, deve-se dizer que todo petralha é petista, mas nem todo petista é petralha. Como os dinossauros, os petistas se dividem em carnívoros e herbívoros. A diferença é que os petistas herbívoros eventualmente também comem carne...
- Você está sendo irônico...
- É, Argos, num país onde a moral e os bons costumes foram jogados no lixo, a corrupção foi institucionalizada e a argumentação lógica não serve para nada, sobrou a ironia.
- E como foi a política de Lula em geral, no Brasil e no exterior?
- No Brasil, foi a política do créu: os impostos não deixaram de aumentar, principalmente para a classe média, para fazer caixa para o programa do Bolsa Família, o maior programa de voto de curral do universo, já que é direcionado a mais de 12 milhões de famílias – o que é um absurdo, já que a obesidade é um problema sério para o Brasil, não a fome. No exterior, foi a política do rebolation, com abaixadinha do derrière até o chão: rebolation na relação umbilical com Fidel Castro; rebolation nos encontros secretos com Hugo Chávez, para implementação dos objetivos do Foro de São Paulo, que pretende comunizar toda a América Latina; rebolation na revisão do Tratado de Itaipu, aumentando a conta de nossa luz, para salvar a vida política do bispo pedófilo presidente do Paraguai; rebolation no caso das refinarias da Petrobras na Bolívia, tomadas na mão grande pelo Exército boliviano; rebolation na relação amistosa com ditadores africanos e árabes, além do camarada Ahmadinejah, do Irã. E dá-lhe dinheiro, a fundo perdido, para toda essa companheirada.
- E o FMI?
- Pois é, Argos. Antes, os petistas demonizavam o FMI, com apoio dos bispos vermelhos. Depois que Lula assumiu o governo, pagaram a dívida junto àquele organismo da ONU e não se fala mais no diabo. Recentemente, Lula até emprestou dinheiro ao demônio.
- E a dívida externa, foi toda paga?
- Os petralhas espalharam o boato de que a dívida externa foi paga pelo governo Lula. Mentira. Ela até aumentou mais um pouco.
- Já existem exilados da era Lula?
- Não só exilados, como também asilados políticos. Lula recebeu de braços abertos os terroristas Cesare Batisti, da Itália, e Olivério Medina, o “Cura Camilo”, embaixador das FARC (Colômbia) no Brasil, ambos requisitados pela Justiça dos respectivos países. O governo Lula também produziu alguns exilados, que se refugiaram no exterior, por estarem sendo perseguidos no Brasil. O filósofo e escritor Olavo de Carvalho trabalha atualmente nos EUA, como correspondente do jornal Diário do Comércio, de São Paulo, já que foi despedido de todos os jornais e revistas em que trabalhava no Brasil. O evangélico Júlio Severo teve que se refugiar na Europa porque estava sendo perseguido pelo movimento gay, por ter publicado um livro sobre o assunto. Bruno José Daniel Filho e sua esposa se exilaram na França, com medo de serem torturados até a morte como ocorreu com o ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel. Yves Hublet, aquele que deu bengaladas no cocoruto de José Dirceu, no Congresso Nacional, exilou-se por uns tempos na Bélgica e voltou ao Brasil recentemente, onde teve uma morte suspeita. A esposa do radialista e jornalista de TV Jorge Cajuru foi estuprada por um político de Goiás e teve que fugir do País para não morrer. Cajuru também denunciou no Programa Raul Gil que o Ministro da Propaganda Franklin Martins, o Goebbels do governo Lula, dá propina a emissoras de rádio do interior do Brasil, para falar bem do governo. Se o locutor falar mal, a mesada é cortada. Lula criou duas TVs governamentais, a TV Brasil, mais conhecida como TV Lula, e a TVT, a TV dos Trabalhadores. As TVs têm tanto prestígio quanto o candidato do PSol a presidente, dá só traço, mas quem se importa com os milhões gastos na brincadeira?
- E a Dilma, não há nada que manche sua biografia?
- Não, Argos. A oposição de mentirinha esqueceu de lembrar ao povo brasileiro que Dilma, além de ter sido uma terrorista e assaltante do cofre do Adhemar de Barros, é uma mentirosa à altura do “maior mentiroso do Brasil” (clique no Google para descobrir quem é...). Além de manter no site oficial um título acadêmico que não tinha obtido na Unicamp, Dilma mentiu no caso do dossiê montado na Casa Civil contra FHCannabis e sua esposa Dona Ruth, logo depois que surgiu o escândalo dos cartões corporativos. Mentiu também quando disse que não recebeu no Palácio do Planalto a antiga Secretária da Receita Federal, Lina Maria Vieira, a quem ela pediu para “aliviar” as investigações sobre a vida financeira de um filho de José Sarney. Aliás, Lina Vieira também pretende se exilar, já que continua sofrendo ameaças da petralhada.
- Como explicar a liderança da candidata criada por Lula, já que o partido dela pretende fazer do Brasil uma Cuba continental, como está previsto no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) elaborado por Dilma Rousseff, Tarso Genro e Paulo Vannuchi?
- É, Argos. Vejo que você está por dentro das coisas...
- Pra que eu tenho estes 100 olhos?
- Ora, Argos, “quem comeu sapo, engole perereca”, já diz uma marchinha de carnaval (Cfr. www.youtube.com/watch?v=B2sXPmdsImM). Depois do sapo barbudo, por que não uma perereca de bigode, mas com cara alisada pelo PAC?
- PAC?
- Processo de Alisamento da Cara, com cirurgia plástica. Você reparou a cara do Serra nestas eleições? Não são de um pé-na-cova?
- Você tem razão. A imagem é tudo na TV. Por isso Dilma está disparado na frente.
- E Serra foi escolhido mais uma vez para perder. Já no primeiro programa de TV, ele apareceu para elogiar Lula. Assim, por que votar nele e não em quem o presidente está indicando? Mais uma vez está provado: o PSDB é irmão siamês do PT. Anos atrás, havia até estudos para unir as duas siglas, com apoio de Lula, como afirmou Ricardo Kotscho no livro Do Golpe ao Planalto.
- Priismo à vista?
- Com certeza, Argos. Se nada for feito para barrar o assalto avassalador ao Estado brasileiro, o PT e aliados poderão se tornar o novo PRI mexicano, que ficou no poder o mesmo tempo que os bolcheviques na União Soviética: 70 anos.
- Setenta anos de PT?
- Ninguém merece, Argos. Mas quem aguentou 8 anos de “luluzela”, pode aguentar qualquer coisa durante décadas.
- “Luluzela”?
- É a combinação da palavra “Lula” com “vuvuzela”, aquela corneta de corno que infernizou os jogos de futebol na Copa da África do Sul. Tenho amigos que sofrem mal-estar profundo só em ouvir a luluzela, uma mistura de voz de cachaceiro com cuspe grosso. Esses amigos, se não desligam logo a TV, têm que correr ao banheiro, com mais um ataque de diarreia. Eu, p. ex., sinto uma azia danada ao ouvir a luluzela. O sal-de-frutas Eno é que tem me salvado a vida.
- E as últimas acusações envolvendo pessoal da Casa Civil e dos Correios?
- Ora, Argos, Lula e Dilma estão corretos: trata-se apenas do desespero do candidato tucano e acusação falsa da elite branca de olhos azuis dos donos de jornais e TVs. É apenas mais um chororô da oposição...

E Argos partiu de volta à sua Constelação, triste em saber como o país do futuro, o Brasilistão – bantustões de guetos indígenas, quilombolas e messetê -, foi tomado pela bandidagem política. E o povo, alienado, apóia as maracutaias petistas sem restrições, dentro da máxima da Lei de Gerson, “leve vantagem você também”. Argos ficou em dúvida: esse povo é idiota útil ou patife assumido? Eu fico com a segunda opção. É o resultado natural para quem vê as novelas da TV Globo durante 40 anos e foi doutrinado, nas últimas décadas, pela revolução cultural gramsciana nas escolas e universidades.

Já dentro do disco voador, pude ouvir a marchinha “quem comeu sapo, engole perereca”, que eu havia gravado num pendrive e doado a Argos. E Argos acompanhava, em voz alta:

- Eureka! Eureka! Quem comeu sapo, engole perereca! (bis)

Cante junto com Argos Perereca de Bigode (Dilma Presidenta):
http://www.youtube.com/watch?v=B2sXPmdsImM&eurl=

Pequeno glossário econômico lulopetista

Félix Maier

01/05/2010

Adam Smith - protagonista do filme Mr. & Mrs. Smith

Bancoop – Banco da Cooperativa Petralha: a química petista, que transforma apartamentos pagos por cooperativados, mas não entregues, em malas de dinheiro para campanhas políticas da companheirada, incluindo Lula

Banda Larga - Internet estatal do lobista José Dirceu, já apelidada de Bandalha Larga

Brasilistão - o sonho petista realizado, o Brasil dos quilombolas, reservas indígenas, guetos do messetê, versão moderna dos bantustões do antigo Apartheid sulafricano

Capital - dinheiro do povo petista

Cartão Corporativo - o povo petista vai ao shopping

Coeficiente de Gini – grau de abertura das pernas da prima-irmã de Mary Corner ("Abra as pernas da Geni" - música adaptada de Chico Buarque)

Coma Andante - o dinossauro comunista Fidel Castro, mesmo em coma, faz propaganda do moleton da Nike

Cueca - pochete de petista, para transportar dólares, euros e reais

Demanda - cartão corporativo petista

Econometria - medição do eco

Escola Austríaca - onde Hitler estudou pintura

Fayol - onde são guardadas as armas do messetê, "braço armado do PT"

FHC - FHCannabis, em apoio à liberação do uso da maconha, antigo projeto petista

Flex - locomoção petista: empurrado pelos ricaços (banqueiros, com juros altos) e pelo Bolsa-Esmola (para os falsos pobres)

IBGE – Instituto Brasilistão de Gabolice Erótica: de Instituto sério, foi transformado pelos petistas em uma organização que tem a mesma credibilidade do CNT/Sensus, de propriedade do petista Ricardo Guedes, que deu empate técnico entre Serra e Dilma quando outros institutos de pesquisa davam pelo menos 10% de vantagem ao primeiro

IPEA - Instituto de Proselitismo Econômico Aplicado: definição perfeita de João Luiz Mauad, depois que o Instituto foi tomado pelos petistas

Jardinagem - confecção de estrela do PT nos jardins do Palácio da Alvorada, obra prima da primeira-companheira Marisa

Keynes - economista a ser citado, não lido

Mais-valia - mais-valia ter assaltado do que estudado (indenizações milionárias de terroristas da esquerda); antes era assaltado o "cofre do Adhemar de Barros", hoje é o "cofre da Viúva"

Mão invisível - gatuno, pivete, petralha

Mensalão - para os petralhas, só existe o DEMsalão, o mensalão do Democratas de Brasília, que enterrou o Mensalão do PT (Ali Babaca - aquele que finge que não sabe de nada - e seus 40 ladrões na mira do STF)

Mises - economista citado em concursos de beleza feminina

Mojito con jinetera - caipirinha e feijoada de petista em visita a Cuba

Neoliberalismo - as festinhas petistas com as meninas de Madame Mary Corner, em Brasília (o festeiro Antonio Palocci foi reeleito deputado e inocentado no STF, o caseiro Francenildo Costa perdeu o emprego...)

Oferta - cartão corporativo petista

Onagreens – Os onagros socialistas da atualidade, travestidos de "verdes", que buscaram James Avatar Cameron para fazer campanha contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu

PAC - Plano de Ajuda aos Companheiros (indenizações a terroristas ou familiares de);
Projeto de Alisamento da Cara (plástica de Dilma Rousseff, candidata de Lula a presidente em 2010)

PACU - marca de vaselina preferida da Bolsa-Boiola petista

PEGN – Pequenas Empresas, Grandes Negócios: de como o filho de Lula, de simples funcionário de Zoológico, tornou-se rico empresário, com ajuda (R$ 15 milhões?) da Telemar

Petralhas - A economia do Brasilistão está em boas mãos: mistura de petistas com Irmãos Metralha (by Reinaldo Azevedo, da revista Veja)

PNDH-3 – Plano de Neutralização da Democracia Hugochavista, versão 3.0: atentado terrorista-petista de Tarso Genro e Paulo Vannuchi, de inspiração bolivariana, contra a Constituição Federal, incluída a perseguição contra o agronegócio

Pochete - dólar na cueca

Política de cotas - 20%, 50%, 100% de superfaturamento

Procura - cartão corporativo petista

Ricardo - o economista que enfeita a testa do marido

Sonho de capitalista - vida de comunista brasileiro, como Oscar Niemayer, que tem apartamento em Copacabana, de frente para o mar, com Mercedes Benz (com motorista) na garagem

Sonho de petista - Havana na Praia de Ipanema, com despesas pagas por Brasília
Valores não contabilizados - caixa dois para as campanhas políticas dos petistas (Delúbio Soares)

Carta a Paulo Vannuchi

Prezado Sr. Vannuchi,

O Sr. afirmou que entregaria imediatamente o cargo se tivesse que mudar uma vírgula nesse nefasto projeto - o PNDH-3. Segundo noticiário da semana passada, o Sr. já pensa em mudar vários aspectos do famigerado ato stalinista, tendo em vista a firme reação de diferentes setores da sociedade, como a imprensa e a Igreja, que não aceitam que nosso País se transforme em uma nova Cuba, nem que os sinais cristãos sejam extirpados dos locais públicos. Isso prova que tipos como o Sr. não largam fácil o osso, ou seja, as mordomias que usufruem no atual governo fascicomunista de Lula da Silva.

Com relação à perseguição promovida pelo Sr. e pelo ex-ministro da Justiça Tarso Genro contra o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, em autêntico ato de tortura pública contra o militar e sua família, sugiro a leitura de meu texto "Por que o coronel Ustra é odiado pela esquerda?", disponível em http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/10889-por-que-o-coronel-ustra-e-odiado-pela-esquerda.html.

Atenciosamente,

Félix Maier

www.midiasemmascara.org

Brasília, 22 de março de 2010.


P.S.: Envie também seu protesto contra o Torquemada petista acessando http://www.pelalegitimadefesa.org.br/acao/100310/mcamp.asp?Camp=50.

Por que o Coronel Ustra é Odiado pela Esquerda?

Félix Maier

12/03/2010

A campanha sistemática de difamação que sofre o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra desde o show midiático de mentiras promovido pela antiga deputada petista Beth Mendes, em 1985, remete a algumas perguntas:

- Por que o coronel Ustra é tão odiado pelos terroristas e "militantes" de esquerda?

- Por que o coronel Ustra é submetido à tortura pública, quase que diariamente, junto com sua família, em artigos revanchistas, publicados em revistas e jornais, tendo que se defender em vários processos, que o qualificam de "torturador" no período em que comandou o DOI/CODI/II Exército, em São Paulo, de 29/09/1970 a 23/01/1974?

- Por que os terroristas das Brigadas Vermelhas, da Itália, e os terroristas do Baader-Meinhof, da Alemanha, foram para a cadeia, enquanto que os terroristas brasileiros recebem altas indenizações em dinheiro, algumas milionárias?

- Por que a antiga dupla terrorista Tarso "Béria" Genro e Paulo "Torquemada" Vannuchi se empenhou tanto em modificar a Lei da Anistia, de modo que apenas os militares e policias das Forças de Segurança, tachados de "torturadores", sejam presos, ao mesmo tempo em que os assassinos "terroristas" de esquerda sejam poupados, como quer o famigerado PNDH-3?

O DOI/CODI do antigo II Exército (atual Comando Militar do Sudeste) foi criado em 1970, em substituição à antiga Oban (Operação Bandeirantes). Na cidade de São Paulo reuniam-se as organizações terroristas chamadas de "Grupos de Fogo", que executavam ações armadas violentas, matando inocentes, assaltando quartéis em busca de armas e roubando bancos, carros-fortes, supermercados e casas d'armas. Apesar dos esforços do então chefe da Oban, Major Waldir Coelho, e do chefe do DOPS paulista, delegado Sérgio Paranhos Fleury, as ações terroristas eram crescentes. Ao final do comando de Ustra no DOI/CODI, os grupos terroristas tinham sido desbaratados e muitos de seus integrantes foram eliminados fisicamente. Estes fatos explicam o ódio que os terroristas nutrem por Ustra até hoje.

Mentirosamente, Tarso, Vannuchi e outros terroristas propalam o mito de que lutavam pelo retorno da democracia no Brasil, quando está provado que queriam impor uma ditadura comunista, nos moldes de Cuba, desde 1961, durante o governo João Goulart. Se esses terroristas tivessem conseguido o intento, hoje estaríamos sendo governados por um Fidel ou um Chávez, ou então, na melhor hipótese, estaríamos lutando contra as FARB do "guerrilheiro" José Genoino nas selvas de Xambioá, assim como a Colômbia – que não teve seu AI-5 – luta até hoje contra as FARC.

Aliás, falar em Lei da Anistia, hoje, é falar sobre um fantasma, pois aquela lei de reconciliação nacional, discutida amplamente por toda a sociedade, apoiada, então, pela mesma OAB que hoje a rejeita, é uma lei que não existe mais.

A lei da Anistia original, contra a qual foram personalidades como Ulysses Guimarães - que não queriam a anistia de concorrentes à presidência da República, como Leonel Brizola e Miguel Arraes -, não anistiava os crimes de sangue, nem previa indenizações pecuniárias a assassinos ou "perseguidos políticos". No entanto, durante o governo de FHCannabis, aquele que hoje prega a descriminalização da maconha, a Lei da Anistia começou a ser retalhada.

Primeiro, FHCannabis assinou a Lei nº 9.140/95, a Lei dos Desaparecidos Políticos, que previa indenização a familiares de desaparecidos que teriam sido mortos em "dependências policiais ou assemelhadas". Foi criada uma Comissão, formada por 7 membros, a maioria de esquerda, para analisar a questão. O conceito de "dependência policial" para esses esquerdosos foi se tornando cada vez mais elástico, de modo que o sertão da Bahia, onde morreu Carlos Lamarca, e um Fusca na Alameda Casa Branca, em São Paulo, onde morreu Carlos Marighela, ambos em confronto com a polícia, passaram a ser considerados "cadeias públicas". Suicidas e até kamaradas mortos por outros kamaradas ("justiçamentos") passaram também a ser incluídos na lista que nunca mais parou de crescer.

Posteriormente, FHCannabis enviou ao Legislativo a MP nº 2.151, de 24/03/2001, para reparação financeira aos chamados "perseguidos políticos" – depois dos "desaparecidos", era vez de lembrar dos "aparecidos". Reeditada várias vezes, a MP foi transformada na Lei nº 10.559, em 13/11/2002, às vésperas de Lula assumir o poder. Para conceder belas piñatas à companheirada, foi instalada no Ministério da Justiça a Comissão de Anistia e Paz. Nomes como José Genoíno, Dilma Rousseff, José Dirceu, Diógenes do PT e até o próprio Lula participaram da farra do dinheiro público (Cfr. http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=125&Itemid=34). Ziraldo, Jaguar e Carlos Heitor Cony receberam indenizações superiores, cada um, a R$ 1 milhão, além de uma pensão mensal que, em alguns casos, como Cony, equivale ao salário de um ministro do STF. Um detalhe: como os cancerosos e os aidéticos, esses privilegiados não pagam imposto de renda (conforme Decreto nº 4.897/2003). A Comissão prevê que 40.000 pessoas entrarão com pedido de indenização. Alguns Estados também criaram suas próprias Comissões, de modo a ampliar ainda mais essa nefasta ação entre amigos.

Face a esse assalto escandaloso aos cofres públicos, já em torno de R$ 4 bilhões, Millôr Fernandes questionou: "… então eles não estavam fazendo uma rebelião, mas um investimento?"...

Durante os dois períodos do governo fascista de Lula, em que todos os organismos nacionais foram cooptados em torno do Duce de Garanhuns, o coronel Ustra passou a ser o judas de 6ª Feira Santa preferido da mídia, também cooptada, para ser espancado publicamente (Cfr. http://www.ternuma.com.br/fmaier0810.htm). Os torturadores que alegremente se tornaram os algozes de Ustra foram os antigos terroristas Tarso Genro e Paulo Vannuchi – além de terroristas e familiares de terroristas que entraram com processos na Justiça, para prender o coronel e surrupiar dele e do Estado gorda indenização pecuniária.

Assim, falar, hoje, em Lei da Anistia é discorrer sobre o que não existe mais. Para enterrá-la de vez, falta apenas colocar Ustra na cadeia. Os terroristas derrotados de ontem não irão sossegar até ver o coronel preso ou morto. Daí o esforço de Tarso e Vannuchi, que quiseram impor ao povo brasileiro, goela abaixo, o famigerado PNDH-3.

As investidas contra Ustra e demais heróis nacionais, que derrotaram os filhos do demo, foram muitas:

- três processos na Justiça contra Ustra, o primeiro deles às vésperas do lançamento do livro A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, do próprio Ustra; o livro, sucesso de vendas, já em 5ª edição, apesar do boicote das livrarias e da mídia, chegou a estar entre os 3 mais vendidos, segundo noticiou o Jornal do Brasil; porém, nem a Veja, revista de tendência liberal, tomou conhecimento do fato; como se sabe, a revista Óia dos Civita tem um ranço natural contra os militares;

- Projeto Direito à Memória e à Verdade: livro elaborado por Vannuchi, que serve apenas para enaltecer terroristas e perseguir os militares; na ocasião de seu lançamento, Nelson Jobim ameaçou os militares: "Se alguém reagir, vai ter resposta!" (Cfr. http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=594&Itemid=34);

- Memórias Reveladas - Arquivo Nacional: site petista (http://www.memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home), só tem links com entidades de esquerda, como Tortura Nunca Mais, Fundação Perseu Abramo, CUT, menosprezando sites importantes, como Ternuma e A Verdade Sufocada, onde existem importantes acervos históricos.

De inspiração stalinista, o PNDH-3 tem por objetivo atentar contra as instituições nacionais, a saber:

- contra as Forças Armadas, ao propor a modificação da Lei da Anistia, de modo a punir apenas os que combateram o comunismo no passado, deixando de fora os terroristas, muitos deles hoje no poder, como Franklin Martins, Dilma Rousseff, Tarso Genro (recém-licenciado), Paulo Vannuchi, Carlos Minc etc.; o Plano quer subverter a hierarquia da Segurança Pública, de modo que as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros não sejam mais Forças Auxiliares das Forças Armadas, mas subordinadas à Guarda Nacional Petista que atende pelo nome de Força Nacional de Segurança Pública;

- contra a família e a Igreja, ao propor o casamento entre homossexuais, além da retirada de objetos religiosos, como crucifixos, de locais públicos;

- contra o elementar direito à vida, previsto na Constituição Federal, ao propor o aborto livre;

- contra a liberdade de expressão, ao propor censura prévia nos meios de comunicação;

- contra a propriedade privada, ao propor que os produtores rurais não possam recorrer imediatamente ao judiciário, contra os bandoleiros do MST, para reintegração de posse de suas terras e benfeitorias.

Atualmente, a OAB apoia a vil tentativa de enterrar a Lei da Anistia, para criminalizar apenas os antigos agentes de Segurança, como Ustra, ao mesmo tempo em que afaga as barbichas dos assassinos terroristas. Por essa patifaria, a OAB deveria mudar sua denominação para Organização de Apoio aos Bandidos.

A "Comissão da Verdade", incrustada no PNDH-3, foi chamada de "Comissão da Calúnia" pelo general Maynard Marques de Santa Rosa, que afirmou, ainda, que "confiar a fanáticos a busca da verdade é o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados da raposa".Por dizer apenas a verdade num governo de mentiras, Santa Rosa foi exonerado da chefia do Departamento-Geral do Pessoal, em novo ato de revanchismo de Nelson Jobim, ministro da Defesa, já que o antigo fraudador da Constituição (http://www.cic.unb.br/~pedro/trabs/fraudeac.html) tinha uma rixa antiga com o militar, quando Santa Rosa era Secretário da SPEAI, do Ministério da Defesa, e foi afastado na época por não concordar que o Exército se prestasse à função de capitão do mato no caso da expulsão dos não-índios de Serra Raposa do Sol, em Roraima. Aliás, o próprio Jobim ameaçou entregar seu cargo, junto com os comandantes das três Forças Armadas, por não concordar com o PNDH-3 no que concerne aos militares, criticando, em princípio, o mesmo que Santa Rosa. Teria sido, essa ameaça, apenas uma encenação pública?

Mal comparando, Ustra é o bode expiatório do governo dos militares, assim como José Roberto Arruda, governador do DF, atualmente preso na Polícia Federal, é o bode expiatório das falcatruas dos políticos, para que todos esqueçam o mensalão petista, a propina dos R$ 10 milhões concedidos pelo PT ao partido de José Alencar, para concorrer como vice de Lula (fato confirmado por Ricardo Kotscho em seu livro Do golpe ao Planalto), e a montanha de dinheiro dos "aloprados" petistas para venda de falso dossiê sobre José Serra e Geraldo Alckmin.

Tivessem Ustra e demais integrantes dos órgãos de Segurança adotado as ações revolucionárias de Fidel e Che, que executaram milhares de pessoas no paredón e nas masmorras cubanas, não haveria esse revanchismo atual, já que esses terroristas há muito tempo estariam prestando continência ao demônio. Nesse sentido, não há como não concordar com o deputado Jair Bolsonaro, que lamenta que a "limpeza" não tenha sido mais ampla. Não tenho nenhuma dúvida de que se os tarsos, vannuchis, dirceus e dilmas tivessem vencido os militares, Ustra e demais agentes de Segurança não estariam hoje entre os vivos, nem eu para escrever sobre o assunto.

Uma coisa é certa, coronel Ustra, e nos remete à resposta definitiva face à pergunta formulada no título: se a esquerda o odeia tanto, é porque o senhor fez um trabalho fundamental à frente do DOI/CODI, acabando com o terrorismo em São Paulo. O ódio que os terroristas nutrem pelo senhor é a prova definitiva de que o senhor fez um trabalho correto e muito bem feito.

Lembre-se sempre de uma coisa, coronel Ustra: NINGUÉM PODE SER MAIS ELOGIADO DO QUE MERECER O ÓDIO DA ESQUERDA!



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