quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Batismo de sangue: terrorismo em alta no Brasil

Félix Maier

22/04/2007

Outra vez, o Brasil inteiro será bombardeado por mais uma mentira, ou seja, que grupo de angélicos frades dominicanos de São Paulo combateu a ditadura militar, quando na verdade eles queriam implantar aqui uma muito pior, copiada de Cuba.


Estréia dia 20 de abril nos cinemas brasileiros o filme Batismo de Sangue, de Helvécio Ratton, vencedor dos prêmios de melhor filme e fotografia no Festival de Cinema de Brasília. O filme é baseado na obra homônima de Frei Betto, o “Vítor” ou “Ronaldo” do bando de Marighela. O enfoque do filme é o drama de Frei Tito, que teria sido torturado durante o governo dos militares e que foi banido do Brasil, em troca da vida do embaixador suíço seqüestrado, vindo a cometer suicídio na França.


Outra vez, o Brasil inteiro será bombardeado por mais uma mentira, ou seja, de que aquele grupo de angélicos frades dominicanos de São Paulo combateu a ditadura militar, quando na verdade eles queriam implantar aqui uma muito pior, copiada de Cuba.


Muitos frades dominicanos eram seguidores da “Teologia da Libertação”, doutrina induzida pelas pregações ocorridas durante a II Assembléia-Geral do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), realizado no período de 26 de agosto a 6 de setembro de 1968, na cidade de Medelín, Colômbia, no vácuo das resoluções do Concílio Vaticano II.


Os 16 Documentos elaborados em Medelín saíram carregados de influência marxista. Sacerdotes e freiras portavam-se de forma irreverente em celebrações litúrgicas e em passeatas, pregando a violência como instrumento para alcançar a justiça social. Alinharam-se à corrente da “Teologia da Libertação”, principalmente, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Hélder Câmara e Dom Pedro Casaldáliga, além de frades dominicanos, como Frei Beto, o então frade franciscano Leonardo Boff e padres estrangeiros, muitos dos quais foram expulsos do país por pregarem a violência. O padre Joseph Comblin, do Instituto Teológico do Recife, difundiu um documento que ocasionou indignação geral, pois, segundo alguns bispos – não “vermelhos”, obviamente -, “pregava a instalação de um verdadeiro soviete eclesiástico”. O padre “operário” Pierre Joseph Wanthier, preso quando atuava como ativista numa fábrica em São Paulo (Brasieixos), foi expulso do país. Em Recife, os padres norte-americanos Peter Grans e Dario Rupiper foram detidos por violentas críticas ao Governo e incitação da população à revolta, e regressaram a seu país depois de gestões do Cônsul dos EUA.

Leia texto completo em midiasemmascara.org/